Q&A

Anonymous: Uma sensibilidade do caralho e não deixa ninguém saber nem chegar perto...

:’)

05.06.13 @ 01:07 | Permalink
04.16.13 @ 13:27 | Permalink
Say whatever you have to say, you know I love ya…
03.07.13 @ 21:51 | Permalink
03.07.13 @ 21:48 | Permalink
03.07.13 @ 21:46 | Permalink
03.07.13 @ 21:45 | Permalink
03.07.13 @ 21:44 | Permalink
03.07.13 @ 14:59 | Permalink
01.30.13 @ 02:11 | Permalink
01.21.13 @ 02:44 | Permalink
01.21.13 @ 02:44 | Permalink
01.21.13 @ 02:44 | Permalink
01.21.13 @ 02:43 | Permalink

“Não, eu não quero ser a mulher da sua vida. E já deixo declarado o meu desinteresse por essa sua mania – e a mania de muitos – em me culpar por qualquer futuro errado que venha trair seus planos. Eu não quero esse peso todo do título ideal porque me dá dores de coluna e a minha postura sofre com isso todos os dias. Não, eu não quero carregar o estigma da importância taxada no peito. Enquanto algumas mulheres diriam que isso as torna relevantes, e importantes, e valorizadas. Eu. Eu mesma. Eu digo que isso não faz a menor diferença pra nós dois.

Não, eu não quero ser a tal pessoa da sua vida. Esse papel eu deixo pra sua mãe. Parece que você – e o resto do mundo – esqueceram que se apaixonar é bem melhor quando vem sem cobranças. E também parece que isso não é mais suficiente. Se não for pra ser da minha vida, nem precisa ficar. Vai embora. E vocês perdem tantas chances com essa ideia estúpida de que uma pessoa (e apenas essa única pessoa) tem lugar aí, no seu cantinho particular. É como se você tirasse da minha boca uma promessa que eu nunca fiz. E depois? Quem é que vai pagar a conta do analista pras suas expectativas frustradas?”

09.17.12 @ 01:06 | Permalink

Proponho um novo encontro. Um café. Um filme francês. Um chocolate quente. Uma volta no parque. Uma tarde inteira ouvindo reggae. Ou uma noite inteira ouvindo Blues. Qualquer coisa que me faça ver aqueles olhos castanhos novamente.

09.17.12 @ 00:48 | Permalink
old